Garden Route, África do Sul: roteiro de 10 dias

Se você está procurando por um roteiro da Garden Route na África do Sul, sua vida ta feita. Eu escrevi não o roteiro que segui, mas sim o roteiro otimizado que eu deveria ter feito. Como não tinha algumas informações sobre alguns passeios ou acabei descobrindo sobre um lugar específico depois, não tinha planejado conhecer o lugar, mas super vale encaixar no roteiro.

Vai para a África do Sul? Leia também:

O que é a Garden Route?

Não são todos os destinos desse roteiro que formam a Garden Route. A rota original vai de Mossel Bay até Storms River, onde está localizado o Tsitsikamma National Park pela estrada N2. Atualmente, chamam de Garden Route Moderna o trajeto desde a Cidade do Cabo até a cidade de Porto Elizabeth.

Garden Route Original

Garden Route Moderna

Você vai perceber que até o 4º dia de viagem nós não estávamos na Garden Route Original ainda e, pela proximidade de algumas cidades que nos disseram que valia a pena conhecer, nós saímos um pouco da estrada principal (N2).

Roteiro Garden Route, África do Sul

1º dia: Camps Bay + Lion’s Head + Table Mountain

Chegamos na Cidade do Cabo na hora do almoço. Assim que saímos do aeroporto, fomos direto para o hostel para fazer o checkin e deixar nossas coisas. Depois, seguimos para Camps Bay, uma das praias mais famosas, tiramos umas fotos e almoçamos por lá.

Decidimos ir para a Table Mountain porque todas as pessoas nos falaram que o pôr do sol era o mais maravilhoso do mundo e realmente é. Tem muita trilha por lá, então se você quiser passar o dia todo na Table Mountain vai ter bastante coisa para fazer. Nós chegamos lá pelas 16h e ficamos com medo de ir muito longe e ficar tarde para fazer o caminho de volta.

Essa foto explica bem o que eu vou descrever: a Table Mountain é tão alta que você fica, de verdade, acima das nuvens. Quando chega no final da tarde, parece que a montanha é engolida pelas nuvens e fica tudo branco, não dá para enxergar muita coisa, dependendo do ponto em que você estiver. Além disso, fica frio e venta bastante, então esses foram basicamente os motivos pelos quais não fomos tão longe. Um funcionário tacou o terror falando que 16h era muito tarde e perigoso, mas começou a ficar nessas condições mesmo lá pelas 18h então, então daria para ter feito alguma trilha suave.

Ideal: fazer a Lion’s Head pela manhã, pois a vista do sol nascendo é maravilhosa, seguir para Camps Bay durante a tarde e no final do dia ir para a Table Mountain para ver o pôr do sol. Assim você completa um dia perfeito em Cape Town. É bom saber que existem guias na Table Mountain apenas no período da manhã, mas também é muito mais lotado pelos tours. Quase todos que conheço falam que à tarde é um horário melhor para visitar.

2º dia: Houtbay Harbour + Boulders Beach + Cabo da Boa Esperança + Muizenberg

Hout Bay Harbour

A Hout Bay é uma cidade que fica bem próxima à Cidade do Cabo (+- 35 min), “no caminho” – lê-se dá para encaixar no roteiro – para o Cabo da Boa Esperança e é uma atração porque lá você pode encontrar focas/leões marinhos/elefantes marinhos (não sei a diferença, se alguém souber, help) tomando um solzinho.

Esse é o tipo de role que eu não sabia que existia, não encontrei nos blogs que pesquisei e eu estava bem ali do lado. Não coloquei no meu roteiro, descobri depois e acabei perdendo 🙁 tudo bem, motivos para voltar. Nossa amiga, que tinha 1 dia a mais de viagem que nós, conseguiu visitar no último dia e encontrou essa fofura:

Muizenberg

Encontramos esse “povoado” na beira da praia porque vimos no Tripadvisor que era a praia das casinhas de madeira coloridas na areia. Escrevi povoado, mas não é nada roots, parece mais um bairro pequeno e fofo. A real é que eu gostei muito da vibe de lá.

É uma praia muito procurada por surfistas, conhecida como o berço do surf na África do Sul. Quando passamos por Muizenberg, ficamos com vontade de passar a noite, mas os hostels estavam lotados.

Boulders Beach

Também no caminho para o Cabo da Boa Esperança você encontra a Boulders Beach que é a praia dos pinguins. É engraçado, fica uma trupe de pinguim curtindo a vida nessa praia.

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🐧 eles bicam!

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Você vai encontrar 2 placas ao chegar lá: Boulders Beach e Pinguin Viewing. Seguindo a placa do Pinguin Viewing você vai direto na portaria da atração. A Boulders Beach seria a praia mesmo. Li um relato em que a menina disse que foi na Boulders Beach e ficou procurando pinguim para todo lado e não achou, então era para ir direto para a Pinguin Viewing.

Nós fomos direto no Viewing, ficamos uns 35 minutos lá e combinamos de passar na Boulders para conhecer, mas começou a chover muito, então decidimos seguir viagem. De qualquer maneira, as duas entradas são próximas uma da outra e se você quiser, vai conseguir visitar os dois.

Cabo da Boa Esperança

Na Cidade do Cabo, é possível encontrar vários tours com agências de viagem para o Cabo da Boa Esperança. Não tem dificuldade para chegar lá, então se você quiser fazer por conta própria, pode ficar tranquilo. Só colocamos no waze e pegamos a estrada.

Que lugar maravilhoso, cheio de energia. Vimos avestruzes (uma família inteira) e babuínos selvagens na região, caminhando pela praia, alguns perto das pessoas, quase desmaiei quando vi tão perto.

Ao chegar você deixa o carro no estacionamento e pode subir a trilha até o topo. De lá, é possível seguir por uma trilha de 1h30 para o farol. Nós preferimos pegar o carro e chegar no estacionamento do farol. Só vista irada, só fotão! Esse passeio foi um dos melhores, certeza.

Ideal: Para conseguir fazer todo esse trajeto em 1 dia, é preciso sair cedo da Cidade do Cabo e seguir até Houtbay Harbour para Boulders Beach e depois para o Cabo da boa Esperança. Na volta, eu iria direto para Muizenberg para passar a noite lá. No dia seguinte você consegue pegar uma prainha e se souber ou quiser aprender a surfar, vai encontrar uma galera bem da sua vibe. Nesse trajeto, você já estará mais perto da estrada para começar a Garden Route.

3º dia: Panthera África + Cape Agulhas

Panthera África

Encontramos o Panthera África no tripadvisor. Fiquei bem animada ao ler os relatos sobre o trabalho realizado no santuário que resgata leões que, por algum motivo, não podem voltar para a vida selvagem, seja pelo fato de terem nascido em cativeiro, vivido em fazendas de leões ou qualquer coisa desse tipo.

Localizado perto da cidade de Stanford, o caminho para o Panthera África é sensacional, cheio de plantações de uva e trigo que formam um cenário de filme mesmo. Um passeio legal que você pode fazer nesse trajeto é o tour nas vinícolas nessas fazendas de uva.

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🦁 Hoje visitamos um santuário de leões e outros "big cats". Demorou um tempo para entender a diferença entre um santuário e um zoológico (a princípio foi essa a sensação que tivemos sobre o lugar) e ainda descobrimos informações bizarras sobre a caça na África do Sul. 😳😢 É triste ver um animal maravilhoso como esse preso assim, mas tem a história toda de um projeto para resgatar os animais que vale a pena ser contada. Acompanhem as atualizações em nosso site e aguardem o post com todas as informações que conseguimos com essa experiência: o que é um santuário, onde fica, por que eles estão presos, como funciona, trabalho voluntário, qual foi nossa opinião sobre tudo etc. 👉🏼 www.mustsharebr.com

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Eu sinceramente não achei que o Panthera África é um “mega passeio imperdível”. Me senti num zoologico no primeiro momento e só entendi porque era tão bem avaliado no tripadvisor no final da viagem: durante o tour, a guia contou mil histórias tristes e fofas sobre cada animal do santuário e também sobre o trabalho que eles fazem de resgate, basicamente implorando para que as pessoas avaliem bem nas redes sociais e principalmente no Tripadvisor. Falei mais sobre esse santuário e o assunto em geral em nesse post. Vale a pena ler, assim vocês podem tirar as próprias conclusões.

É importante lembrar que só acontecem 2 tours por dia: um as 9h da manhã e outro às 16h.

Cape Agulhas

Eu queria muito visitar Cape Agulhas porque é onde encontramos a divisão do Oceano Indico e o Oceano Atlântico. É também o extremo mais sul da África do Sul. Vai um tempinho na estrada e tirando essa atração não tem muito mais coisa, mas para mim, a paisagem conta tudo. Se você gosta de natureza, paisagens diferentes e tiver um tempo para encaixar no roteiro, eu aconselho a visita.

Hermanus

Hermanus é uma cidade de praia que está entre a Cidade do Cabo e Agulhas e me recomendaram a visita. É possível nadar com tubarões (não é minha vibe), avistar facilmente baleias no mar durante o inverno e também realizar esse tour por vinícolas que por estarem espalhadas na região permitem a venda de vinhos de qualidade com preços bem interessantes. Anota aí, se tiver tempo 🙂

Ideal: Nós não sabíamos que o santuário só abria em 2 horários e acabamos perdendo a visita das 9h. Tivemos que ir até o Cape Agulhas primeiro, almoçamos por lá e fizemos todo o caminho de volta para chegar em Stanford às 16h. Foi um rolê, mas a gente queria fazer essa visita. Se você quiser fazer o Panthera Africa + Cape Agulhas é melhor se planejar para chegar no santuário às 9h e depois fazer o Cape Agulhas já que esse é o sentido da viagem. Talvez, eu mudasse o Panthera Africa e fizesse o tour nas vinícolas. Eu to meio em conflito ainda sobre esse santuário, mas vou fazer um post explicando tudinho para vocês.

Nesse mesmo dia, saímos do Panthera Africa e seguimos até Mossel Bay. Foi uma viagem meio longa e cansativa, até porque a gente tinha voltado vários km na contramão para chegar em Stanford. Nós fizemos Capetown > Agulhas > Stanford > Mossel Bay e o certo seria Capetown > Stanford > Agulhas > Mossel Bay. Planejamento é tudo!

4º dia: Mossel Bay  + Oudtshoorn + Cangos Cave + Wilderness

Mossel Bay

E começamos a Garden Route efetivamente, mas saímos dela rapidinho quando resolvemos visitar as Cango Caves que é lá para cima do mapa. Chegamos +/- às 21h em Mossel Bay, jantamos e fomos dormir.

Mossel Bay é uma cidade pequena também. Só passamos 1 noite na cidade e fizemos um tour pelos principais pontos na manhã seguinte, saindo do museu até a Point Rd.  Essa região é muito procurada por surfistas, pelas ondas bizarras e vale super a pena conhecer. Saindo de lá, seguimos para Oudtshoorn.

Oudtshoorn

Oudtshoorn é nada mais nada menos que a capital do avestruz na África do Sul. Nós passamos bem rápido por essa cidade porque o plano era visitar a Cango Caves. A paisagem saindo de Mossel Bay para Oudtshoorn é bem diferente de todo o caminho saindo de Cape Town, muda toda a vegetação e tal.

Almoçamos em um restaurante no centro e comemos a famosa carne de avestruz. Continuamos mais 29 km na estrada com destino à Cango Caves. Tem muita fazenda de avestruz pelo caminho e como eu nunca tinha visto uma na vida, achei bem interessante. É possível fazer visitas também, para quem for passar mais dias por lá.

Cango Cave

Vou dedicar um post inteiro para essa atração. São grutas subterrâneas e as únicas na África do Sul abertas ao público.

Tem um passeio mais simples e o adventure. Eu estava com medo desse modo hard da Cango Cave e, sério, não é para todo mundo, ainda mais se você tiver algum tipo de claustrofobia. Nós fomos e eu curti bastante, depois que acabou hahaha. #sofrimento

Terminamos o passeio bem no final da tarde e já estava decidido que íamos passar a noite em Knysna. Na volta, existe a possibilidade de voltar por Moseel Bay via R328 e N2 (que foi o caminho que fizemos na ida) ou voltar por George via N12 e N2. Pegamos a N12 para conhecer um caminho novo e nossa!!! Paisagens lindas. Até paramos para tirar algumas fotos.

Wilderness

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🇿🇦🐬🌊🌞🌉

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A caminho de Knysna, passamos muito rápido por Wilderness. É uma cidade de praia queríamos ver o mirante chamado Point dos Golfinhos. Dizem que nesse local é possivel ver vários golfinhos, mas a gente só viu mesmo o pôs do sol. Seguimos viagem…

5º dia: Knysna + Plettenberg bay + Robberg Nature Reserve

Infelizmente, choveu bastante no dia em que ficamos em Knysna, então eu não consigo indicar é nada nessa cidade. Dizem que é linda, assim como todas as outras. Só passamos a noite no Island Vibe Backpackers e, no dia seguinte, tomamos café da manhã no Polvo Coffee que fica perto do Hostel. Super recomendado, ótimo atendimento, comida boa e preço suave. Fizemos um caminho alternativo entre Knysna e Plettenberg que nossos amigos viram no livro Lonely Planet.

Segundo o livro, esse caminho teria paisagens incríveis e tal, mas o clima não ajudou e para mim não passou de uma estrada de terra com muitas árvores haha. A estrada é mais longa do que a estrada principal entre as 2 cidades e demora mais para chegar, mas a gente não tinha pressa mesmo, então seguimos por esse segundo caminho com eles.

Plettenberg bay

Eu adorei Plettenberg Bay. Eles chamam a cidade carinhosamente de Plett. Lá nós ficamos apenas 2 dias e 1 noite, saímos para uma baladinha e visitamos o Robberg Nature Reserve. Geeente que parque maravilhoso! Daqueles que te marcam de taaaanta energia.

Se te uma indicação de lugar que você PRECISA visitar, essa é a minha. Foi um dos nossos lugares favoritos na viagem. Você faz uma trilha pela montanha beirando o mar, venta demais a ponto de ter uma placas de “cuidado com o vento” haha. Chegando na praia (lá atrás na foto) que é giganteeee e total deserta, a gente tava tão feliz que saímos correndo sem rumo, rindo e semi chorando de felicidade hahaha. Duas doidas.

6º dia: Nature’s Valley  + Tsitsikamma National Park + Storms River

Na manhã seguinte, fomos para Nature’s Valley e lá você consegue um combo de montanhas Tsitsikamma + oceano Índico + lagoa do rio Groot. O lugar é de tirar o folêgo.

No caminho para o Tsitsikamma National Park, paramos para ver o bungee jump da ponte mais alta da África do Sul, chamada Bloukrans Bridge. Eu não pulei, nem tive vontade hahaha. Fora que o preço é meio salgado.

Tsitsikamma National Park

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Dwiwt 😉

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Finalmente, o tão esperado Tsitsikamma National Park! Chegamos na hora do almoço e depois fizemos algumas trilhas. O parque é incrível, mas você precisa passar 1 dia todo lá. Não conhecemos nem 10% e eu já achei muito top.

Nossa vista do almoço:

Ideal: Fizemos todo esse passeio em 1 dia, mas foi bem corrido. A gente só tinha 10 dias, então tudo bem, mas se você tiver mais tempo no seu roteiro, reserve um dia todo para o Tsitsikamma National Park. Tem atividade para começar logo cedo até anoitecer, é enorme e lindo.

7º dia: Jeffrey’s Bay

Eu não via a hora de chegar em Jeffrey’s Bay. Todo mundo indicou essa cidade e um hostel específico chamado Island Vibe Backpackers, o mesmo da rede de hostels de Knysna. J-bay é famosa por ser host de uma das etapas Circuito Mundial de Surfe. Mesmo se você ta por fora desse mundo do surf, já deve ter ouvido falar sobre Jeffrey’s Bay, pois foi onde o surfista Mick Fanning sofreu um ataque de tubarão em 2015.

A rotina em Jeffrey’s foi basicamente praia + festa. O hostel é incrível, tem um bar que dá super para socializar e conhecer uma galera. Não tem nenhuma mega balada lá, mais bares mesmo e a vibe é de boa, role mais roots e eu AMEI.

Lá você encontra vários outlets de marcas de surf e a gente fez uma comprinhas. Se você curte Billabong, RVCA e tal pode reservar um espaço na sua mala para isso. Tem um post só com dicas sobre Jeffrey’s Bay aqui.

8º dia: Addo Elephant Nation Park

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A natureza é maravilhosa!

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Li num grupo de viagens que o Addo Elephant é o único “safári real” da África do Sul visto que todos os outros, até mesmo o do Kruger, colocam GPS nos animais para localização durante os safáris. No Addo, você entra com seu próprio carro e dirige por todo o local. É gigaaante e assim como o Tsitsikamma National Park, o conselho é chegar bem cedo para explorar bem e passar o dia todo lá.

Você pode encontrar muitos elefantes, mas também leões, zebras, javalis e outros animais. Essa foi nossa última parada antes de fazer todo o caminho de volta até Capetown.

Lugares Preferidos da Garden Route

Para falar bem a verdade eu amei TUDO na África do Sul. Tudo mesmo… a comida, os hostels, o atendimento das pessoas que convivi, custo benefício, etc. Fica difícil responder o “qual lugar você mais gostou?”, mas eu acho que você NÃO pode perder essas atrações na Garden Route:

  1. Robberg Nature Reserve
  2. Table Mountain
  3. Tsitsikamma National Park

Extra: Jeffrey’s Bay. Vá e fique alguns dias. Eu fiquei 3 dias e 2 noites e queria ter passado a semana toda lá.

Aí cê tenta fazer a lista, percebe que esqueceu de colocar nada mais nada menos que o Cabo da Boa Esperança… é isso gente. Não tem como escolher. É tudo imperdível. <3


Aqui coloquei as informações por cima para focar no roteiro. Vou fazer um post para cada dia, combinando os gastos, hospedagem e os lugares que passamos. Mais informações sobre a África do Sul, clique aqui. Se quiser ver mais fotos, confira nossos instas @brunapfaria e @milafaria.

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By |2017-09-12T17:59:53+00:007 abril, 2017|Tags: , , |

About the Author:

Camila Faria, 26, mackenzista formada em Administração de Empresas com pós graduação em Controladoria de Empresas pela FIA. Fez o primeiro intercâmbio aos 17 anos e criou o site em 2013, durante o ano em que fez faculdade na Europa. Para se dedicar ao Must Share Br, saiu do trabalho na área de finanças em São Paulo e hoje mora nos Estados Unidos. Acompanhem pelo instagram: @milafaria

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