Dicas e roteiro Buenos Aires: como chegar, acomodação e o que fazer

Ahhh.. Buenos Aires. Já estive 3 vezes na cidade: a primeira vez em 2010 com minha família, a segunda foi em 2012 para passar quase 2 meses estudando espanhol e em Julho de ’17 durante meu mochilão pela América do Sul.

Escrevi nesse post as dicas e roteiro Buenos Aires, uma das cidades mais charmosas da Argentina e da América do Sul.

Sobre Buenos Aires

Buenos Aires é a segunda maior cidade da América Latina, perdendo apenas para São Paulo. É a capital da Argentina e também a maior cidade do país.

Recebe o nome de Ciudad Autónoma de Buenos Aires porque é um distrito autónomo que não faz parte da província de Buenos Aires e nem é a sua capital. Além disso, Buenos Aires tem autonomia política. Até a reforma da Constituição argentina em 1994, o prefeito da cidade era escolhido pelo Presidente da República e em 96 foi a primeira vez em que os cidadãos votaram pelo seu representante.

Buenos Aires me lembra muito algumas cidades europeias pela arquitetura. Existem vários prédios antigos e bem conservados, e tem esse ar europeu mesmo na cidade.

Buenos Aires

Quem nasce em Buenos Aires…

A cidade é banhada pelo Rio da Prata e tem o maior e um dos mais importantes portos do país. Quem nasce em Buenos Aires é conhecido como porteño (portenho), ou seja, pessoas do porto. E eles tem uma fama viu… até mesmo os argentinos de outros lugares “reclamam”dos portenhos.

Conhecidos por se sentirem superiores quando comparados ao resto da nação, os portenhos, assim como paulistanos e nova-iorquinos, estão na boca do povo hahaha. Confesso que conheci alguns durante a viagem que fazem jus a fama, contudo não podemos generalizar. Tenho amigos de Buenos Aires muito queridos.

Documentos para viajar para Buenos Aires

Uma das perguntas mais frequentes dos brasileiros sobre Buenos Aires é: que documento você precisa para viajar. Como brasileiro, você pode entrar com seu passaporte ou seu RG. Se utilizar o passaporte, eles dão um carimbo de entrada e um de saída na Argentina.

Já no caso do RG, você recebe um papel que tem que guardar para entregar na saída do país. Não perca esse papel, senão é dor de cabeça.

Como chegar em Buenos Aires

É normal Buenos Aires ser o primeiro destino internacional de muitos brasileiros. Isso porque existem várias promoções de passagens aéreas durante o ano para Buenos Aires saindo de cidades brasileiras. Isso facilita muito o turismo na região.

Buenos Aires possui 2 aeroportos: o Aeroparque Jorge Newbery é o mais próximo da região turística de Buenos Aires e o Ezeiza que é o aeroporto maior, localizado a mais ou menos uma hora da cidade. Para encontrar voos mais baratos, indico os posts Facilitando a busca por voos baratos e Passagens aéreas mais baratas: será que você está economizando mesmo? que podem te ajudar.

Outro jeito bem comum de chegar em Buenos Aires é atravessando o Rio da Prata, saindo do Uruguai. Muitas pessoas saem de Colonia del Sacramento de barco para conhecer a capital argentina mesmo que seja só por 1 dia. É super possível fazer isso já que o trajeto demora cerca de 1 hora apenas. No post Como ir de Colonia del Sacramento a Buenos Aires eu expliquei detalhadamente sobre as empresas e fiz a comparação entre os valores dos trajetos.

Do aeroporto ao centro de Buenos Aires

Hoje em dia, com Uber e outros apps fica tudo mais fácil. Uma opção que usei em 2012 e achei melhor que táxi foi transfer para sair e chegar no aeroporto. Um bastante conhecido é o Transfer León. Você paga um valor fixo, muitas vezes mais barato do que táxi, e eles te levam do centro para o aeroporto ou vice-versa.

O León tem tanto remis (serviço particular de carro, muito comum na argentina) como linhas de ônibus entre um aeroporto e outro com uma para no porto também. Entre no site para conferir o valores.

Onde se hospedar em Buenos Aires

Durante minha primeira visita em Buenos Aires, fiquei em um hotel com minha família que já nem me lembro o nome porque faz muito tempo. Na segunda vez, optei por ficar em um hostel mais econômico e perto da escola de espanhol. Famoso “o barato sai caro”.

Primeira experiência em um hostel na vida: 06 Central Hostel Buenos Aires

Foi minha primeira experiência em um hostel. Me hospedei no 06 Central Hostel Buenos Aires e ele não é um hostel ruim de tudo. O que aconteceu é que como eu ficaria mais de 1 mês, ao invés de me colocar em um quarto com viajantes, me colocaram no quarto de pessoas que eram mensalistas. Era gente que morava no hostel há muito tempo. Fiquei num quarto com 6 pessoas – sendo 1 casal – que estavam em Buenos Aires trabalhando e tentando a vida.

Era desde coisas espalhadas, até varal pendurado para todo lado. O quarto deles era um verdadeiro pardieiro. Eles achavam que por estarem lá antes da minha chegada, eram”mais donos” do quarto e ascendiam as luzes e faziam barulho de madrugada, assim como se incomodavam com minhas coisas ao redor.  Quando pedi para que os funcionários me mudassem de quarto, me disseram que não era possível e a situação me incomodou até que acabei saindo de lá.

Se você for viajar e pegar um quarto com amigos, por exemplo, não é um lugar ruim. É bem localizado e mais econômico do que outros hostels na região. Eu não tive uma experiência tão boa na acomodação, mas conheci uma galera bem legal nesse hostel que eu converso até hoje pelas redes sociais.

Mudando para o hostel Milhouse

Escolhi o Milhouse que era um pouco mais longe da escola que estudei e também um pouco mais caro, mas tinha ouvido falar que era um dos melhores party hostels da América do Sul. Fui visitar, conversei com o staff, curti o lugar e fiz minha reserva. Normalmente, eles não deixam que as pessoas fiquem hospedadas tanto tempo, justamente para evitar essa situação de mensalistas, mas negociei lá e falei que iria embora em breve e deu certo.

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Fonte: Hostelworld

Existem 2 Milhouses em Buenos Aires: o Hipo que está localizado na Hipolito Yrigoyen e o Avenue, localizado na Avenida de Mayo. Os dois ficam próximos um do outro. O Hipo é “menorzinho” (porém grande também), mas é meu preferido. As duas vezes que me hospedei em Buenos Aires, fiquei no Hipo.

O Milhouse é um party hostel MESMO. É festa todas as noites. Quando tem festa no Hipo, eles fecham o bar do Avenue (e vice-versa) para que a galera se junte em um hostel só e vira uma balada real.

Minha avaliação sobre o hostel Milhouse

Vocês perceberam pelo texto que o Milhouse foi o segundo hostel que eu fiquei na vida e sério, acho que é um dos melhores até hoje. É claro que você tem que saber seu perfil de viagem. Sendo um Party Hostel, a maioria dos hóspedes do Milhouse estão lá para curtir a noite, beber, ir para as baladas, provavelmente acordar numa ressaca e é isso aí.

Porém, diferente do que muitas pessoas pensam, esse party hostel não é zoneado. A festa, por exemplo, acontece bem longe dos quartos, então dificilmente você vai escutar algum barulho se não quiser participar. Os banheiros no geral são limpos, e existem muitas regras que os hóspedes devem seguir para manter a boa convivência.

Em 2012, fiquei em um quarto compartilhado com 4 pessoas e, como fiquei bastante tempo, dividi quarto com todo tipo de gente. Numa noite estava com outras 3 meninas brasileiras. Quando acordei no dia seguinte, eles tinham ido embora e eram 3 americanos e eu. Mesmo sendo a única mulher, não tive problema algum e fiquei muito amiga deles.

Milhouse Hipo 2012

Já na segunda vez, em 2017…

…me colocaram novamente em um quarto compartilhado só com homens. Dessa vez, eram 7 caras e eu. Tive problema com um infeliz brasileiro (e eu já não tinha ido com a cara dele) que chegou bêbado e veio me atormentar enquanto eu estava dormindo. Calma, isso não é comum, nem ok. Um dos meninos do quarto se irritou tanto que foi até a recepção reclamar da atitude dele. Resultado? Expulso do hostel no dia seguinte. Eu contei mais sobre essa história nesse postnesse também.

Sempre fico em hostel, party hostel e nunca tive problemas. O comportamento de uma pessoa, não define o estabelecimento. Já o posicionamento tomado pelo estabelecimento perante a situação sim, define. Eles foram muito corretos, vieram falar comigo e tal. Bem profissional.

Resumindo: O Milhouse é um hostel completo. Bem localizado, tem restaurante, tem bar, tem mesa de sinuca, tem computador, quartos bons, vários banheiros, staff atencioso (os seguranças são meio grossos), tem festa, dá para conhecer gente, tem lavanderia (num preço bom diga-se de passagem). Eu recomendo muito o Milhouse se seu estilo de viagem e perfil for parecido com o meu. Se quiser conferir os preços e fazer sua reserva, é bem fácil: clique aqui.

Outras opções de acomodação em Buenos Aires

Se você não pretende ficar em hostel, Buenos Aires tem uma variedade de opções de acomodação. Eu sempre utilizo o Booking.com para fazer minhas pesquisas e reservas. O site junta várias opções, dá para filtrar por preços, tipo de acomodação, facilidades. A reserva é feita online e na maioria das vezes, só paga lá na hora. Se quiser cancelar com antecedência, eles não cobram taxas.

Confira aqui uma lista de acomodações em Buenos Aires.

O que fazer em Buenos Aires

Fiz uma lista dos 12 principais pontos turísticos que você não pode perder em Buenos Aires. Nesse post só citei os nomes e vou escrever outro post separado com as fotos e detalhes sobre cada um deles.

Primeira vez em Buenos Aires, 2010

12 principais pontos turísticos em Buenos Aires

  1. Casa Rosada
  2. Plaza de Mayo
  3. Av. 9 de Julho, Av. Corrientes o Obelisco
  4. Caminito
  5. Teatro Colón
  6. Puerto Madero
  7. La Bombonera
  8. Cemitério da Recoleta
  9. Floralis Generica
  10. Florida
  11. San Telmo
  12. El Ateneo
O mapa para seguir o roteiro em Buenos Aires

Dá para perceber pelo mapa que os pontos turísticos não ficam tão longe um do outro. Se você fizesse tudo isso andando daria uns 12 km. Nessa ordem que coloquei no google maps dos 12 principais pontos turísticos, você tem o roteiro ideal para conhecer bem Buenos Aires em poucos dias.

O número de dias para fazer esse roteiro varia. Em alguns lugares você consegue passar rápido e outros nem tanto. Depende também do que você quer conhecer. A visita no estádio do Boca Junior, La Bombonera, é algo que leva mais tempo, por exemplo. Vale super a pena visitar se você gosta de futebol. Se não gosta, dá para conhecer o bairro La Boca, onde fica o Caminito ali do lado e poupar mais tempo.

Locomoção em Buenos Aires

A primeira dica é: não aconselho alugar um carro para ficar em Buenos Aires. Primeiro porque de ônibus e metrô é possível chegar em qualquer ponto turístico. Segundo porque o trânsito em Buenos Aires é uó como em qualquer cidade grande.

Em Buenos Aires, eles chamam o metrô de subte e apesar de não ser tão moderno e nem tão limpo, dá para chegar em diversos pontos da cidade por um valor bem ok. Eu também usei ônibus para ir onde o metrô não chegava e, apesar de os dois serem um pouco confusos no primeiro momento, deu para me virar bem.

Na última viagem que fiz agora em 2017, usei bastante Uber e não tive problemas. Tem muito taxista em Buenos Aires, mas apesar do táxi ser uma opção barata por lá, eles são bastante conhecidos pelos golpes das notas falsas quando dão troco para o passageiro. Eu evitaria ou andaria com notas trocadas para pagar um táxi, sem precisar de muito troco. Evite parecer perdido também para não dar aquela chance pro motorista ficar rodando com você dentro do carro sem motivo já que você não sabe onde está.

Por fim, tem aqueles ônibus turísticos Hop on Hop off. Eu fiz esse tour em 2010 com minha família. É interessante, se você não tem tanto tempo assim. Você paga um valor e, em um dia, consegue passar pelos principais pontos turísticos. Você pode descer do ônibus, passar um tempo no local e pegar o próximo ônibus minutos depois.

Duas dicas sobre o Hop on Hop off: nós terminamos o dia em Puerto Madero e a volta foi trágica. O trânsito que pegamos naquele lugar era bizarro. Além disso, sentamos na parte de cima do bus e era inverno. Quando o sol se foi, a gente passou muito, mas muito frio mesmo. Não cometa esses erros hahaha.

Onde e o que comer em Buenos Aires

A carne argentina é famosíssima. O que a gente chama de churrasco, eles chamam de assado argentino (tem uruguaio também). Enquanto usamos a churrasqueira, eles usam a parrilla (grelha). Tanto os uruguaios quanto os argentinos utilizam a parrilla que, diferente da nossa churrasqueira, apenas usa a brasa para assar os alimentos. O carvão é queimado separadamente, e esse “mecanismo” acaba dando um sabor distinto para a carne.

Uma dica importante sobre as carnes: se você gosta de carne “sem sangue”, faça o pedido por uma carne “bem passada” (my hecha ou un poco mas que hecha em espanhol) porque o “ao ponto” (hecha ou al punto em espanhol) deles para mim era quase crua (poco hecha que é mal passadahahaha. Também já ouvi falar de outras expressões como jugosa (mal passada) ou cocida (bem passada).

A Argentina também é conhecida pelos alfajores recheados com dulce de leche e os vinhos nacionais de qualidade e valor acessível. Restaurante oferecendo tudo isso, não vai faltar. Muitas lojas da Havana e da Milka por todos os lados.

Além dos famosos alfajores e doce de leite, pasmem: eu AMO a pizza argentina. De longe uma das minas preferidas. Eu recomendo muito o El Palacio de la Pizza. Não é tão cara para dividir e é muito boa mesmo. Só de lembrar já dá vontade de comer uma inteira hahaha.

Por fim, não deixem de provar também as empanadas argentinas. Em qualquer boteco da esquina é possível encontrar e é uma delícia.

Na Argentina, existe a cultura de pagar propina para o garçom que seria a gorjeta ou os 10% do serviço no Brasil. Se você não paga eles ficam bem bravos. Além disso, alguns restaurantes cobram os cubiertos que são os talheres e, por mais estranho que isso possa parecer, é bem comum lá.

Meu amigo argentino disse que esse valor não inclui só os talheres, mas também a água e a cesta de pães que eles deixam para acompanhar a comida. Enfim… essas taxas extras existem quando se trata de comer em Buenos Aires.

A vida noturna em Buenos Aires: baladas e bares

Para começar, o mais importante: balada lá não é fiesta nem disco ou club. Balada em Buenos Aires chama boliche e com aquele sotaque “bolitche“. Nos 2 meses que eu passei em Buenos Aires eu sai quase todos as noites, o que é normal se você ficar hospedado em um party hostel como eu fiquei.

Sempre começa uma festinha no hostel e depois seguem para a balada. Na porta do hostel eles vendem os tickets para as baladas e normalmente é mais barato mesmo.

Pub Crawl Buenos Aires

Foi a primeira vez na vida que eu tinha ido em Pubcrawl eu eu gostei MUITO. O Pub Crawl de Buenos Aires é um dos mais tradicionais e estruturados. Quando eu fui, era assim que funcionava: você paga uma quantia x pelo ticket (bem justa), aí encontra a galera em um parque ou lugar público. Lá era open cerveja, vinho e pizza durante 1 hora.

Depois disso, começa um tour pelos melhores bares de um bairro especifico da cidade. A cada semana muda o bairro, para diversificar os bares. As entradas nesses bares são gratuitas e em cada bar, você ganha um shot de boas vindas. Fica um tempo nesse bar e vai para o próximo, tudo isso andando. Muitas pessoas vão ficando para trás (por opçã0), mas a noite sempre termina com uma entrada gratuita em uma balada.

Teve uma noite que ao sair do último bar, eles disponibilizaram um ônibus para levar a galera para a balada que era um pouco mais longe. E sempre foram baladas boas. Normalmente, esses roles são mais para gringos, mas tinha uns argentinos também. Eu me diverti muito e ia sempre. Se você nunca foi em um Pub Crawl, ta aí uma experiência legal para fazer uma vez na vida e se for o de Buenos Aires melhor ainda.

Para mais informações, entre no site deles.

Baladas em Buenos Aires

As baladas que eu mais gostava de frequentar quando morei em Buenos Aires eram a Asia de Cuba, Palácio Alsina e fui bastante na famosa Pachá também.

No mochilão recente que fiz, voltei para o Asia de Cuba tentando reviver os bons tempos e foi horrível. Seguranças total abusando de pequenos poderes, grossos. Estavam cobrando um valor e quando perceberam que era de outro país, aumentaram o preço. Eu fiquei tão incomodada que mesmo tendo ficado quase 40 minutos na fila eu decidi não entrar. Uma pena, porque eu passei boas noites lá. Recomendo ainda, talvez você tenha mais sorte do que eu.

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Alsina

Esse Palácio Alsina é bizarro de legal (pelo menos quando fui). Tem um telão de fundo e que se estende por todo o teto. A balada é enorme e sempre estava lotada. Dei uma olhada na página do facebook e tem bastante avaliação recente e boa, então imagino que continue assim.

Minha dica sobre as festas é tentar encontrar uns promotores nas redes sociais que tenham listas, porque é bem fácil se enfiar nessas listas e não pagar a entrada, tanto homens quanto mulheres. No hostel eles dão bastante informação também.

Dicas Importantes sobre Buenos Aires

Roubos e Furtos

Fique bem atento em Buenos Aires. No geral, me senti segura na cidade, mas tem seus problemas.

Diferente do Brasil, onde é comum ouvir sobre roubos com assalto a mão armada e por aí vai, na Argentina, as pessoas estão mais do que acostumadas com as histórias de turistas que tiveram seus objetos furtados.

Andar com a bolsa nas costas, carteira ou celular no bolso e ficar desatento com seu dinheiro e objetos no meio da multidão em metrôs, lojas ou mesmo na rua não é recomendado. Quando estudei lá, conheci cerca de 10 brasileiros na escola e TODOS tiveram algum de seus pertences furtado. Sem brincadeira. Uma menina ficou sem a câmera na última semana no intercâmbio.

Eu que morei em São Paulo e sempre tive os cuidados básicos, acabei não perdendo nada, então a solução é prestar atenção, porque isso acontece com frequência lá.

Trocar moeda

Muitas pessoas recomendam trocar seu dinheiro em bancos e casa de câmbio. Confesso que troquei muito dinheiro da rua e nunca tive problema. Na Calle Florida, tem vários caras oferecendo e a taxa de câmbio deles é sempre melhor.

Para você não cair no golpe das notas falsas, tem uma caneta que as pessoas usam que passa na cédula e dá para dizer se é verdadeira ou não. Eu comprei e passava em nota por nota na frente da pessoa mesmo. A Calle Florida tem muita casa de câmbio também. Traz mais segurança porque pelo menos não é no meio da rua e eu preferia porque as taxas do banco nunca eram melhores.

Eu levei dólar que estava bem valorizado em 2012 e a taxa de câmbio era muito boa. Dessa vez, levei um cartão de débito pré pago com dólares que tinha comprado já no Brasil e saquei dinheiro direto dos bancos. Em Buenos Aires, dá para levar real e até pagar em real, mas muitas lojas deixam os produtos mais caros se o pagamento for feito com nossa moeda.

Vai viajar pela América do Sul? Leia também:

Saindo de Buenos Aires, segui para Rosario, Mendoza, Cordoba, Salta e Jujuy. Estou fazendo os posts diariamente, então acompanha aí se estiver planejando uma viagem para a Argentina.


Espero que o post ajude e aguardem os próximos. TEM MUITA DICA PARA VOCÊS! Vale lembrar: informação útil é informação compartilhada. Compartilhe com seus amigos.

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By |2018-01-29T14:43:31+00:005 janeiro, 2018|Tags: |

About the Author:

Camila Faria, 26, mackenzista formada em Administração de Empresas com pós graduação em Controladoria de Empresas pela FIA. Fez o primeiro intercâmbio aos 17 anos e criou o site em 2013, durante o ano em que fez faculdade na Europa. Para se dedicar ao Must Share Br, saiu do trabalho na área de finanças em São Paulo e hoje mora nos Estados Unidos. Acompanhem pelo instagram: @milafaria

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